Vai encarar?!
18 de junho de 2009 by Juliane
Época: O que mais lhe interessa neste trabalho?
Andre Arruda: Além do inegável apelo visual, me interessei pelo diálogo social que esses corpos femininos proporcionam. A mudança voluntária do corpo é um exercício de identificação e aceitação, de inserção social. O corpo hipermuscular, sempre em mutação, busca volume, simetria e forma; é incessante o trabalho físico em busca da forma muscular ”perfeita”. Paradoxalmente, essa transformação se traduz em estranhamento da maior parte das pessoas, que associam o corpo hipermuscular feminino à masculinidade ou em abandono do ethos da fêmea. Esse constraste entre aceitação e preconceito se tornou o conceito entre luz e sombra que define o ensaio.
Veja a entrevista na íntegra no blog da Época.







