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Hoje lançamento de mais um livro de Araquém Alcântara – fotógrafo integrante do SambaPhoto

15 de dezembro de 2009 by Juliane

Convite

Hoje é dia de evento !

30 de setembro de 2009 by Nina

A partir das 20 hs, na Casa das Rosas, Maurício de Paiva (nosso mais novo ‘Sambista’) lança o livro do seu lindo trabalho sobre a Amazônia.

Amazônia Antiga – Arqueologia no entorno, além de belíssimas imagens, conta com o texto de Mônica Trindade Canejo.

Além do lançamento, Maurício expõe imagens que fazem parte do livro e ainda nos traz o Professor Dr. Eduardo Goés Neves (MAE-USP), para falar sobre Arqueologia na Amazônia

Vale a pena conferir! Vamos lá?

Quando?

- Hoje, dia 30/09

Onde?

- Casa das Rosas, que fica na Avenida Paulista, 37 – a partir das 20 hs

Quanto?

- É na faixa!

Amazônia Antiga

Era uma vez um fotógrafo…

29 de setembro de 2009 by Juliane

Enviado por Mauricio de Paiva, o mais novo fotógrafo do Samba:

Era uma vez um fotógrafo, destes que gostam de passar meses viajando pelo interior do Brasil. E que, numa viagem de barco entre Belém do Pará e algum ponto Amazônia adentro, ouviu um caboclo dizer que, lá na vila onde morava, se encontravam muitas ‘pecinhas’. As tais pecinhas eram, na verdade, fragmentos de cerâmica arqueológica, o que rendeu uma nova viagem, desta vez na companhia de um repórter, Henrique Skujis, e uma nota para a National Geographic Brasil.

Mauricio de Paiva

Fosse este outro fotógrafo e a história terminaria aí. Mas Maurício de Paiva, que desde 2003 se embrenhava pelo Pará atrás de temas como a pesca artesanal e o estrativismo, é, além de uma pessoa com ótimo faro para boas pautas, alguém que precisa mergulhar sempre um pouco mais. Foi assim que recebi, em 2005, o convite para viajar com ele novamente à Vila Tessalônica, no Município de Afuá, no Arquipélago de Marajó, no Pará. Se você pensa que se trata de uma comunidade muito pequena, com casinhas de madeira a beira de algum belo rio nos confins da Amazônia, acertou em cheio.

Mauricio de Paiva

Foram quinze dias dentro de um barco, visitando esta e outras comunidades, conversando com os ribeirinhos, comendo açaí e encontrando peças seculares, deixadas por povos ancestrais. Alguns lugares eram a várias horas de caminhada, outros nos deixaram literalmente atolados em lama até a cintura e houve também os dias de febre e dor de barriga. Mas o mais marcante era ver de perto um objeto de cerâmica – pratos, vasos, urnas funerárias – e saber que ele havia sido moldado há muito tempo, sabe-se lá por quais mãos. Era esta pessoa, este artesão remoto, com sua identidade perdida no tempo, que nos trazia brilho aos olhos.

Mauricio de Paiva
De volta a Belém, uma conversa com a arqueóloga Denise Pahl Schaan, uma especialista na cultura marajoara, nos deixou ainda mais envolvidos. A maioria de nós aprendeu na escola que a Amazônia é um lugar onde grupos humanos se desenvolviam modestamente. Denise nos mostrava que não, apoiada em vestígios deixados por vários povos, principalmente os marajoara, que ela afirma terem tido uma sociedade complexa, com uma cultura bastante elaborada. E, por que não, comparável a dos Incas.

Mauricio de Paiva

O material produzido por nós nesta viagem se transformou numa outra matéria para a National Geographic. E quanto mais pesquisávamos para compor o texto, mais fascinante o assunto nos parecia. O que mais nos impressionava era a ignorância fora dos meios acadêmicos. Era só perguntar para qualquer pessoa – amigos, editores, fotógrafos- o que ela sabia sobre arqueologia na Amazônia e a resposta era sempre a mesma: “nada”.

Mauricio de Paiva
Espalhar a ‘notícia’ de que esta região, antes da fatídica chegada dos europeus, era um movimentado cenário para o intercâmbio cultural e comercial de populações numerosas e sofisticadas foi se tornando um dever nosso. E, quando percebemos, esta tal noticia já era tão grande para nós que não houve por onde escapar. Vamos fazer um livro!
(Alexandre Dórea, da DBA Editora, disse uma vez que “fazer um livro de fotografias é um ato heróico”. E foi ele quem procuramos para esta jornada).
Durante os anos seguintes, Maurício fez mais de 10 viagens, quase sempre em companhia de grandes pesquisadores, como o doutor Eduardo Góes Neves, um dos mais atuantes na região. Amazônia Central, Amapá, Santarém, Acre…Subindo o Rio Negro, descendo o Solimões, beirando o Tapajós, Unini, Madeira e,claro, navegando o Amazonas. Em cada sítio arqueológico, vestígios de velhas ocupações humanas. Em seu entorno, novas ocupações humanas. Sociedades que foram se sucedendo, como se fossem camadas sobrepostas nos tempo. Coincidência que, onde morou gente, hoje ainda more? Em alguns momentos, a reflexão escapava da lógica histórica e esbarrava feliz nas franjas do sobrenatural, em conversas de caboclos contando visagens, em lendas da cobra grande, em surdos encontros sobre aterros funerários. As bordas e rebordas do tempo, que pareci a ir e voltar sempre ao mesmo espaço.

Mauricio de Paiva

Nos muitos meses em campo, nas salas de aula do Museu de Arqueologia e Etnologia da Usp (MAE) ou nas incontáveis páginas lidas e relidas durantes as pesquisas, cada vez mais nos saltava aos olhos uma Amazônia diferente daquela que estamos acostumados a ver na mídia. Biodiversidade, preservação, ecologia. Exploração comercial, agropecuária, turismo. De um lado, ambientalistas defendendo o paraíso na terra. De outro, negociantes interessados em lucrar com os bens da florestas. Não que tivéssemos deixado de lado estas questões. Apenas estávamos vendo outra: o passado remoto ainda tão recentemente pesquisado, tão inacessível ao público leigo.

A Amazônia que estávamos vislumbrando era predominantemente humana. Um lugar onde o homem, há mais de onze mil anos, assentou os alicerces de sua morada. E nunca mais arredou pé. O homem amazônico, que pesca, que planta, que caça, que colhe castanhas e trança cipó. Que faz a rocinha de mandioca, para depois colher, descascar, torrar, farinhar, saborear.

Foi de olhos postos neste ser humano – tão antigo, tão atual – que passamos os últimos anos. O resultado é um grande livro, um conjunto de mais de cem imagens que retratam este modo de vida, tão arcaico e tão contemporâneo, em suas sutilezas diárias. Uma delicada reflexão sobre presença humana num ambiente considerado um bem de todo o planeta.

E pensar que tudo começou com uma conversa de beira de rede, do caboclo paraense com o paulista viajante…

Mônica Trindade Canejo, setembro de 2009

Quando eu vi – livro da fotógrafa Claudia Jaguaribe que será lancado hoje

11 de setembro de 2009 by Juliane

Claudia Jaguaribe

“O Brasil é um dos últimos países onde podemos experimentar a presença de uma natureza intocada e no limiar de sua transformação. Este trabalho é uma reflexão sobre esse momento onde a fotografia é feita de paisagens híbridas e o espectador participa da própria construção da imagem.
A proposta do livro é mostrar o corpo desta pesquisa  que vem sendo desenvolvida há 5 anos num conjunto em que se veja o tratamento conceitual e plástico que caracteriza  a construção das imagens desta série.”

O lançamento será  hoje, 11 de setembro, às 19h durante a SP-Arte Foto/2009

Shopping Iguatemi
Av.Brig Faria Lima, 2232 – 9o. Andar

Galeria Baró Cruz, H.A.P Galeria e Ed.Punctum (Roma)

Exposição e Lançamento do Livro: Uma Outra Cidade – Iatã Cannabrava

22 de julho de 2009 by Candice

Laçamento do livro: Terça 04/Ago às 19h

Exposição:  21 de julho à 23 de agosto

Onde: Museu da Casa Basileira

100 anos de Corinthians por Marco Piovan

10 de julho de 2009 by Juliane

Quatro diretores de arte foram convidados para criar a capa do livro “Corinthians – 100 Anos de Paixão”, idealizado pelo fotógrafo publicitário Marco Piovan.

Cada um deles criou uma capa e os torcerdores irão votar em sua favorita pelo site.

Capa 1

Capa 2

Capa 3

Capa 4

Esta veio lá do CCSP.

Enviado por Tuca Reinés

12 de maio de 2009 by Juliane
(eba! mais um evento…)

Convite Tuca Reinés

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